Classificação dos Seres Vivos

São aqueles que apresentam as seguintes características: capacidade de extrair energia a partir de nutrientes, adaptação às mudanças ambientais e reprodução.Outros autores definem a vida, que seria a propriedade definidora dos organismos vivos, como um sistema químico autossustentado capaz de sofrer evolução Darwiniana.

Entretanto, essa definição possui sérias restrições pois não contempla, por exemplo, híbridos como a mula, que é claramente um organismo vivo mas não é capaz de se reproduzir.

Já alguns cristais aumentam de tamanho em soluções supersaturadas de seus componentes, mas não são considerados organismos vivos.

Por se tratar de um tema muito complexo há diversas formas de definir e classificar organismos baseados em características morfológicas, metabólicas e genéticas

Sistemática

sistemática é a ciência dedicada a inventariar e descrever a biodiversidade e compreender as relações filogenéticas entre os organismos.

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 Taxonomia

Inclui a taxonomia (ciência da descoberta, descrição e classificação das espécies e grupo de espécies, com suas normas e princípios) e também a filogenia (relações evolutivas entre os organismos).

O objetivo da classificação dos seres vivos, chamada taxonomia, foi inicialmente o de organizar as plantas e animais conhecidos em categorias que pudessem ser referidas.

Posteriormente a classificação passou a respeitar as relações evolutivas entre organismos, organização mais natural do que a baseada apenas em características externas.

Para isso se utilizam também características ecológicas, fisiológicas, e todas as outras que estiverem disponíveis para os táxons em questão. é a esse conjunto de investigações a respeito dos táxons que se dá o nome de Sistemática.

Nos últimos anos têm sido tentadas classificações baseadas na semelhança entre genomas, com grandes avanços em algumas áreas, especialmente quando se juntam a essas informações aquelas oriundas dos outros campos da Biologia.

A classificação dos seres vivos é parte da sistemática, ciência que estuda as relações entre organismos, e que inclui a coleta, preservação e estudo de espécimes, e a análise dos dados vindos de várias áreas de pesquisa biológica.

O primeiro sistema de classificação foi o de Aristóteles no século IV a.C., que ordenou os animais pelo tipo de reprodução e por terem ou não sangue vermelho. O seu discípulo Teofrasto classificou as plantas por seu uso e forma de cultivo.

Nos séculos XVII e XVIII os botânicos e zoólogos começaram a delinear o atual sistema de categorias, ainda baseados em características anatômicas superficiais.

No entanto, como a ancestralidade comum pode ser a causa de tais semelhanças, este sistema demonstrou aproximar-se da natureza, e continua sendo a base da classificação atual.

Lineu fez o primeiro trabalho extenso de categorização, em 1758, criando a hierarquia atual.

De acordo com a classificação vigente as espécies descritas são agrupadas em gêneros. Os gêneros são reunidos, se tiverem algumas características em comum, formando uma família.

Famílias, por sua vez, são agrupadas em uma ordem. Ordens são reunidas em uma classe.

Classes de seres vivos são reunidas em filos. E os filos são, finalmente, componentes de alguns dos cinco reinos (Monera, Protista, Fungi, Plantae e Animalia).